A experiência do usuário (UX), o novo coeficiente de classificação do Google Page Experience

ranking google

O Google anunciou em um post que adiou para junho a sua nova atualização: o Google Page Experience.  A partir da sua entrada em operação, a experiência do usuário, medida pela experiência na página, passará a ser o mais importante fator de classificação! Aprenda como preparar o seu site para esse novo cenário repleto de desafios. Indicadores como velocidade de carregamento do site, boa capacidade de resposta móvel e navegação segura fazem parte para uma boa estratégia de SEO. E não é de hoje!

A princípio, o Google Page Experience colocará a experiência do usuário, conhecida também como UX, em novo patamar de importância nos algoritmos de busca.

Dessa forma, o objetivo desse artigo é compartilhar as melhores práticas para preparar o seu site para o reconhecimento do Google Page Experience. Para isso, propomos de ações na revisão do seu ambiente digital até o dia do lançamento. Para aquecer a discussão propomos uma análise mais detalhada sobre:

  • O que é o Google Page Experience?
  • Quais são os parâmetros do novo Google Page Experience?
  • Como preparo o meu site para a atualização do Google Page Experience?
  • Experiência na Página, Top Stories e AMP;
  • O conteúdo realmente atraente como estratégia de atração.

Por fim, uma boa UX não é mais fundamental apenas para a sedução da audiência, mas também se torna determinante na classificação feita pelos buscadores. Assim, a maneira como o visitante interage com um site ganha importância na evolução da classificação dos motores de busca.

O que é o Google Page Experience?

Core Web Vitals

O Google Page Experience é um conjunto de parâmetros que avaliam a experiência de interação dos usuários com um site. Dessa forma, os algoritmos avaliarão além do valor da informação e da qualidade do conteúdo. A promessa é que o Page Experience se torne em uma importante ferramenta para os profissionais de Inbound Marketing.

Os Core Web Vitals já fazem parte da experiência na página: esse conjunto de métricas essenciais da web analisam a experiência do usuário com as interações. Assim, o novo Page Experience focará no:

  • Desempenho de carregamento ou LCP (do inglês, Largest Contentful Paint);
  • Interatividade ou FID (First Input Delay);
  • Estabilidade visual da página ou CLS (Cumulative Layout Shift).

Portanto, este conjunto de critérios tem como objetivo aumentar a qualidade da avaliação do Google dos sites que aparecem em sua página de pesquisa. Logo, as avaliações das pesquisas focarão totalmente na percepção dos usuários com relação às suas experiências de navegação com os sites que interagem.

Por exemplo, repare na dificuldade ao encontrar informações cruciais em uma página ou como uma intervenção indesejada no layout pode interromper uma compra. Como consequência, a fusão dos Core Web Vitals com as diretrizes já existentes nos algoritmos visa uma melhor avaliação de experiência do usuário. Assim, essa integração resulta na atualização do Google Page Experience.

Quais são os parâmetros do novo Google Page Experience?

Como mencionado antes, existem três principais métricas que compõe o novo Google Page Experience: FID (First Input Delay), LCP (Largest Contentful Paint) e CLS (Cumulative Layout Shift). Nesse sentindo, vamos nos aprofundar um pouco sobre cada umas delas. Para assim, orientar sobre as melhores práticas para melhorar o desempenho do seu site na classificação dos buscadores.

Portanto, os principais critérios a serem considerados a partir de agora são:

  • Core Web Vitals – a página oferece uma boa experiência do usuário, com foco nos aspectos de carregamento, interatividade e estabilidade visual;
  • Otimização para celular –  a página é compatível com dispositivos móveis;
  • Navegação segura – a página não contém conteúdo malicioso (por exemplo, malware) ou enganoso (por exemplo, engenharia social);
  • Utilização de protocolo de comunicação segura – a página é servida por HTTPS;
  • Ausência de intersticiais intrusivos – o  conteúdo da página é facilmente acessível ao usuário.

FID - First Input Delay

Estamos sempre repetindo que não há uma segunda oportunidade para causar uma primeira boa impressão Essa sabedoria popular se aplica no nosso cotidiano e também ao construir experiências digitais na web.

Definitivamente, na internet, uma boa primeira impressão pode fazer a diferença entre alguém se tornar um usuário engajado. Ou sair como um detrator, para nunca mais voltar. Mas do que se trata causar uma boa impressão e como podemos medi-la ?

Na web, as primeiras impressões podem assumir muitas formas diferentes. Temos as primeiras impressões sobre o design e o apelo visual de um site. Assim como, as impressões sobre sua velocidade e capacidade de resposta.

A primeira impressão que os usuários têm de quão rápido seu site carrega pode ser medida com o First Contentful Paint (FCP). Mas a rapidez com que seu site pode preencher os pixels na tela é apenas parte da história. Igualmente importante é a capacidade de resposta do seu site quando os usuários tentam interagir com esses pixels!

A métrica First Input Delay (FID) ajuda a medir a primeira impressão do usuário sobre a interatividade e capacidade de resposta do seu site.

Em outras palavras, o FID  avalia o tempo que leva para um site responder a um comando do usuário. Como exemplo, este comando pode ser um clique ou a abertura de uma nova guia em uma página estática. O FID te dará uma avaliação sobre a interatividade do seu site. Portanto, um bom FID acontece em menos de 100 milissegundos.

Como melhorar o FID

Nesse sentido, para melhorar o FID do seu site, o uso do cache do navegador é muito importante. Tenha em mente, também, outras diretrizes que podem melhorar e diminuir esse tempo. São elas:

  • Use o protocolo HTTP/2. Ele aumenta a eficiência da largura de banda usando um formato compactado binário para cabeçalhos. De maneira idêntica ele diminui a latência ao multiplexar as solicitações na mesma conexão TCP. Da mesma forma, ele permite que o cliente especifique prioridades para as solicitações. ;
  • Utilize compressores de arquivos como o Gzip. Você pode também compactar imagens no WordPress usando o plug-in Smush Image. Ele é provavelmente um dos plugins mais famosos da comunidade WordPress, com  mais de 1 milhão de instalações ativas;
  • Reduza os arquivos JS e CSS o máximo possível e os combine.

    A primeira técnica a utilizar para reduzir esses arquivos é pela minificação. Ela remove todos os caracteres desnecessários dos códigos-fonte. Por exemplo, espaços em branco e comentários que são usados para adicionar legibilidade ao código, mas não são necessários para sua execução. Assim, ao combinar vários arquivos CSS e Javascript você reduz solicitações HTTP.  Se você não tem a menor  ideia de como trabalhar com CSS e Javascript, não se desespere! Existem maneiras fáceis de fazer isso que não exigem o ajuste manual dos arquivos. Então, o uso de plugins como o WP-Rocket, mencionado acima pode fazer todo esse trabalho por você. 

LCP - Largest Contentful Paint

Largest Contentful Paint e Google Page Experience

Uma das oportunidades da melhoria para um ambiente digital é o seu desempenho de carregamento. Pois, uma má experiência terá um impacto significativo na taxa de rejeição do site. Já que a pontuação de LCP avalia o tempo que o maior conteúdo visível em uma página leva para carregar totalmente.

Portanto, para oferecer uma boa Experiência na Página aos visitantes, sua página deve começar a carregar em 2,5 segundos. Portanto, a velocidade de carregamento do seu site é um dos pontos mais importantes para a experiência na página.

Assim, propomos algumas dicas para melhorar a classificação LCP do seu site:

  • Investigue se o seu provedor de hospedagem está atrapalhando o tempo para o site carregar. De antemão, saiba que a hospedagem compartilhada impacta negativamente a velocidade de carregamento. Definitivamente, fuja dos planos de hospedagem compartilhada;
  • Use a técnica Lazy Loading para carregar imagens. Esta prática permite que uma mídia carregue apenas quando o usuário a alcançar na página. Dessa forma, se um visitante não for até o final do seu site, as imagens não alcançadas nem mesmo impactarão a velocidade para carregar a página;
  • Utilize cache e pré-carregamento para as partes fixas das páginas;
  • Contrate um serviço de CDN (Content Delivery Network), como o Cloudflare,  em conjunto com um plugin de otimização da performance do site, como o WP-Rocket , no caso do WordPress.

Por fim, explore os novos formatos de imagem com o objetivo de diminuir cada vez mais o tempo de carregamento de páginas do seu site. No entanto, há novos formatos surgindo, como o WebP, que cria uma perspectiva otimista para o futuro dessa métrica.

Aqui você se aprofunda mais no LCP . Recomendamos como leitura suplementar o nosso artigo: conheça o impacto da velocidade do site no seu negócio.

CLS - Cumulative Layout Shift

Cumulative Layout Shift e Google Page Experience

Essa nova regra avalia a estabilidade do layout, enquanto a página é carregada e ou é rolada. Dos três novos critérios desenvolvidos para aprimorar o algoritmo, o mais inovador é o Cumulative Layout Shift. Dessa forma, o CLS mede a estabilidade visual do layout. Portanto, para fornecer uma boa experiência do usuário, deve estar sempre abaixo de 0,1.

Dessa forma, se o layout da página rola de forma irregular, botões importantes flutuam ou informações mudam de lugar, a experiência de navegação nesta página receberá uma avaliação negativa. Assim, essa métrica merece atenção especial dos sites que possuem muitos anúncios, como os sites de notícias.

Então, para scripts de terceiros não prejudiquem o seu CLS, é muito importante ter um espaço reservado para esses anúncios. Isso evita que o navegador procure o local mais adequado para os renderizar enquanto a página carrega. Pois isso alterações de posicionamento inconvenientes.

Por fim, outra dica valiosa é sempre estipular medidas para altura e largura da mídia, como imagens e vídeos. Para assim, ajudar o navegador identificar com antecedência qual espaço necessário para a página. Essa é uma prática que também otimiza o carregamento.

Em relação aos textos, usar o atributo font-display: swap em CSS é uma grande ajuda. Já que este recurso define que o conteúdo textual se carregue previamente com uma fonte padrão. Mesmo que o estilo de fonte determinado para ele ainda não esteja pronto para visualização. Dessa forma, o usuário leva menos tempo para ter contato com o conteúdo, otimizando não só seu CLS, mas também seu LCP.

Navegação segura

Google Safe Browsing

Em primeiro lugar, é importante você conhecer esta parte do relatório de transparência do Google “A tecnologia de Navegação segura do Google analisa bilhões de URLs por dia em busca de websites não seguros. Todos os dias, descobrimos milhares de novos sites com problemas de segurança. Muitos deles são websites legítimos que foram comprometidos. Ao detectar sites não seguros, exibimos avisos na Pesquisa Google e nos navegadores da Web. Além disso, você pode pesquisar para ver se é perigoso visitar um determinado website no momento.”

Em segundo, é muito importante que um site tenha uma navegação livre de um conteúdo malicioso, como malware, ou enganoso, como phishing. Para essa navegação sem “obstáculos”, chamamos de navegação segura. Dessa forma, para descobrir se seu site tem problemas de segurança de navegação use o Google Search Console.

Por fim, você deve estabelecer uma rotina de consulta-lo todos os dias.

HTTPS

https:// safe web

O HTTPS é quem garante que seu site e o servidor estão se comunicando de forma segura. O HTTPS, também, criptografa todos os dados do usuário. Incluindo informações financeiras e histórico de navegação. Assim, protege seu site contra violações de terceiros.

Acima de tudo, uma conexão segura é um dos fatores mais importantes, tanto para mecanismos de busca quanto para usuários. Para isso, descubra na Central de Ajuda do Chrome como identificar uma conexão segura.

Otimização para celulares

Otimização para celular

Ter uma estratégia de palavras-chave assertiva, investir em um web design moderno e produzir conteúdo de alta qualidade não perderam sua importância. Mas todos esses fatores para uma classificação superior são ineficazes se a experiência na página móvel for negligenciada.

Dessa forma, os sites que não desempenham bem em dispositivos moveis já não são bem avaliados atualmente pelo Google.  Com o Google Page Experience em funcionamento, eles serão quase que completamente ignorados nas pesquisas orgânicas. Dos mais de 200 fatores de classificação do mecanismo de pesquisa, o SEO móvel ocupa uma posição significativa e é essencial para quem deseja aumentar sua visibilidade e aumentar a taxa de conversão.

Para uma página buscar posições de destaque no SERP, ela deve necessariamente ser compatível com todos os tipos de dispositivos móveis. Portanto, aqui começa a avaliação dos fatores que o Google já dá muita relevância. Mesmo muito antes da criação dos Core Web Vitals.

Anúncios invasivos

Anúncios irritantes na web

Por fim, quando banners ou pop-ups impedem que o usuário encontre a informação que procura em uma determinada página, ele tende a abandonar a navegação mesmo antes de encontrá-la. Lembre-se que esses elementos invasivos são avaliados negativamente para algoritmos de pesquisa.

Quanto mais completa e agradável for a experiência, desde a primeira interação, maiores serão as chances da fidelização do consumidor. Caso haja interesse, entenda melhor a UX.

Como preparo o meu site para a atualização do Google Page Experience?

Ao anunciar em 2020 o Page Experience, o Google também propunha dar tempo suficiente para que os profissionais de SEO e proprietários de sites se adaptassem às mudanças. Para que o profissional de marketing digital também pudesse obter o máximo das novas diretrizes, o Google também expandiu sua gama de ferramentas para medir essas métricas. Além de incluir novos recursos em ferramentas já conhecidas, como Search Console e Lighthouse, por exemplo.

Assim os Core Web Vitals de qualquer site podem ser monitorados nas seguintes plataformas:

Google Search Console

Google Search Console Core Web Vitals

Como diretor de marketing da Wedoiti , cuido também da sua estratégia de conteúdo. Portanto, o Google Search Console é extremamente útil para mim. Dessa forma, não consigo viver um dia sem conferir esses indicadores. Mas qualquer pessoa que tenha um site pode e deve aprender a utilizá-lo.

Não importa se você é o dono de negócio, especialista em SEO, profissional de marketing ou administrador de site GSC, deve fazer parte do seu cotidiano.

Assim, para facilitar a vida de quem usa o GSC, o Google desenvolveu um novo relatório nele especialmente para o Core Web Vitals chamado de Métricas Essenciais da Web. Você encontra na seção “Melhorias”, onde também pode extrair os relatórios de usabilidade móvel e AMP.

Então, se você ainda não utiliza o Google Search Console, comece por aqui

Google PageSpeed Insights

A ferramenta gratuita mais tradicional disponibilizada pelo Google para medir a velocidade de carregamento de um site. Ela, também, foi atualizada para atender a necessidade dos Core Web Vitals. No formato tradicional, as novas métricas disponíveis serão marcadas com uma pequena bandeira azul.

Nas duas próximas imagens, você confere uma mediação que fizemos com ele para o site da Wedoiti. Então, teste você mesmo a performance do seu site, utilizando o Google PageSpeed Insights.

Page Speed Insights e Google Page Experience
Medição do site da Wedoiti pelo PageSpeed Insights - 1
Page Speed Insights e Google Page Experience
Medição do site da Wedoiti pelo PageSpeed Insights - 2

Lighthouse

Google Lighthouse

O crescente uso de bibliotecas e frameworks baseados em Javascript, principalmente o Angular e React, implica em um número cada vez maior de aplicativos. Dessa forma, os desenvolvedores de aplicativos precisam, também, trabalhar a Page Experience. Para este cenário de uso entra o Lighthouse.

Basicamente, ele é uma ferramenta que permite auditar aplicativos  tendo como base uma série de parâmetros como desempenho, compatibilidade móvel, implementações de Progressive Web App (PWA) etc. Assim, executá-lo é muito simples. Pois não é necessário configurar nada. Ele produz um relatório muito elaborado. É fantastico!

Em sua versão 6.0, a ferramenta nativa do DevTools, no Google Chrome, agora possui uma nova pontuação de desempenho que inclui avaliações para Core Web Vitals.

UX do Chrome

O CrUX, como é conhecido, já possui um template voltado exclusivamente para o Core Web Vitals. O template foi criado espontaneamente por um usuário da plataforma. Então, para utilizá-lo, basta copiar, conectar seu banco de dados e ter acesso a um relatório supercompleto!

Extensão Web Vitals

Core Web Vitals e Experiência na Página

Para medir o Core Web Vitals de um site em tempo real, baixe a extensão Chrome Web Vitals. No entanto, essa extensão se resume apenas às novas métricas LCP, FID e CLS.

Experiência da página, Top Stories e AMP

Na publicação oficial do lançamento das próximas mudanças, o Google também anunciou que os critérios para uma página aparecer na seção Top Stories, no SERP dos dispositivos móveis, não incluem mais a obrigatoriedade de uso de AMP.

Ou seja, todas as páginas com boas classificações nos critérios do Google Page Experience competirão pelas posições do Top Stories. Em contrapartida, as páginas AMP competirão com aquelas que não necessariamente usam o recurso. De forma alguma, isso quer dizer que o uso de AMP tornou-se insignificante. No entanto, sabemos que cada caso é diferente.

Já que para empresas que não possuem sites rápidos, as páginas com AMP tendem a ter uma vantagem sobre as que não as utilizam. Porque, justamente, o Accelerate Mobile Pages tem o objetivo de ajudar as páginas se adequarem às boas práticas de usabilidade designadas pelo Google.

O conteúdo realmente atraente como estratégia de atração

Apesar de todas as informações compartilhadas sobre o que mudará no algoritmo do Google em breve, uma coisa não mudará: o marketing de conteúdo realmente atraente continua a ser a sua estratégia mais relevante.

Embora a experiência do usuário seja importante, devemos priorizar as páginas que trazem as melhores informações. Pois uma boa experiência do usuário deve ser preenchida com um conteúdo sedutor e relevante. No entanto, nos casos em que muitas páginas têm conteúdo semelhante, o Page Experience traz a promessa de uma melhor visibilidade para páginas que entregam resultados.

Portanto, conheça algumas técnicas para aumentar a visibilidade do seu site.

Conclusão sobre o Google Experiência na Página

Finalmente, quanto mais a web se desenvolve, quanto mais os algoritmos dos buscadores se aprimoram, a geração de conteúdo relevante e a construção de sites focados na UX se apresentam como a chave do sucesso. O Google Page Experience promete mudar a forma como os usuários percebem suas relações com as marcas. Isso não diz respeito apenas aos profissionais de SEO, mas a integração entres várias equipes dentro de uma organização – entre elas, UX design, TI, satisfação do cliente, marketing, entre outros.

Portanto, ações na revisão do seu ambiente digital devem ser promovidas até o dia do lançamento do Google Experiência na Página. Esteja preparado para entender:

  • O que é o Google Page Experience?
  • Quais são os parâmetros do novo Google Page Experience?
  • Como preparo o meu site para a atualização do Google Page Experience?
  • Experiência na Página, Top Stories e AMP
  • O conteúdo realmente atraente como estratégia de atração

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